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Posicionamento da Abad sobre o PIB 1º trimestre

A inflexão do PIB no 1º trimestre do ano reflete o apoio do mercado e dos setores produtivos à aprovação de iniciativas como o teto de gastos e a desvinculação de receitas, que aumentam a credibilidade do governo, bem como o acerto das medidas que vêm sendo tomadas para reativar a economia, como a sanção da lei da terceirização, a aprovação da proposta das reformas trabalhistas na Câmara e a aprovação, no senado, da MP 764, que permite ao comércio cobrar valores diferentes a depender do meio de pagamento.

São medidas pontuais, mas que sinalizam uma direção clara do governo, que é modernizar e desburocratizar o ambiente de negócios. Mesmo que projetos mais ambiciosos, como as reformas trabalhista, tributária e previdenciária estejam ainda tramitando, a agenda modernizadora do governo tem o apoio do empresariado e é essencial para que o país possa avançar.

Os números do trimestre indicam que o governo está no caminho certo. Paralisar as reformas agora seria um péssimo sinal, que faria a confiança diminuir e a economia retroceder. Por isso a ABAD e todas as entidades integrantes da UNECS defendem que essa agenda tenha continuidade, mesmo que o chefe do executivo venha a ser substituído.

 

São Paulo, 01 de junho de 2017

Emerson Luiz Destro
Presidente da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (Abad)